Mesmo que não seja o lateral dos sonhos dos gremistas, Cortez havia virado o titular de Vagner Mancini. Desde 2017 no Grêmio, mais uma vez o jogador ressurgiu nas escalações após ter ido para a reserva. Porém, sua expulsão pelo envolvimento na briga ao término do Gre-Nal de sábado (6) o transforma em desfalque para enfrentar o Fluminense na terça.
O treinador conta com três opções no elenco para ocupar a vaga. A primeira delas, embora seja uma improvisação, é Rafinha. Outra é Diogo Barbosa, pouco utilizado na temporada. Por fim, há ainda o jovem Guilherme Guedes, tido como um jogador para o futuro, mas que quase não recebe chances no elenco principal.
Nos cinco jogos como técnico do Grêmio, Mancini utilizou apenas Rafinha e Cortez na posição. O primeiro foi titular contra Juventude e Atlético-GO. Cumpriu suspensão diante do Palmeiras, quando Cortez assumiu a titularidade.
O problema para Rafinha ser utilizado é que não há a certeza da escalação de Vanderson no Maracanã. O jovem será reavaliado pelos médicos do Grêmio após sentir uma lesão no tornozelo. Caso ele não tenha condições de atuar no Rio de Janeiro, o experiente lateral seguirá na direita.
Contratado com o aval de Renato Portaluppi, Rafinha não teve tempo para atuar com o treinador. Ao todo, são 35 partidas na temporada (22 no Brasileirão), nenhum gol e uma assistência. Desde a chegada de Felipão, passou a ser mais utilizado pela esquerda do que pela direita, sua posição de origem.
A experiência também pode ser aliada de Diogo Barbosa. Contratado em setembro de 2020 por R$ 10 milhões, o jogador não conseguiu se firmar no clube gaúcho com nenhum dos treinadores. Recebeu oportunidades de todos os antecessores de Vagner Mancini (Renato Portaluppi, Tiago Nunes e Luiz Felipe Scolari). Logo depois de ganhar oportunidades, sempre perdeu espaço para Cortez, até que Rafinha foi deslocado para o setor por Felipão. Foram 23 partidas no ano (11 no Nacional), com um gol e uma assistência.
— A escolha vai muito de entender o processo dentro dos treinamentos para saber a razão de estar jogando o Rafinha. A experiência do Rafinha é muito importante na situação. O momento delicado, nervoso, e ele tem de ser um cara que fique centrado, não passe do ponto — avalia Rubens Cardoso, lateral campeão da Copa do Brasil com o Grêmio em 2001.
Opção ofensiva
Rubens era um lateral ofensivo. Nos seus tempos com a camisa tricolor, ficaram célebres os pedidos de Tite para que o jogador avançasse. "Espeta, Rubens", berrava o treinador, com o erre bem acentuado. Em um momento em que só a vitória interessa, ter um lateral mais agudo pode ser uma solução. Dentro dessas características surge o nome de Guilherme Guedes.
Como todo jogador promissor oriundo das categorias de base, Guedes desperta a curiosidade dos torcedores. Vigoroso, é o mais ofensivo dos laterais-esquerdos gremistas. Porém, as chances para demonstrar serviço são raras. Existem dois aspectos que podem lhe favorecer nesse momento de dificuldades. O primeiro é que Vagner Mancini anunciou que fará mudanças na escalação. A segunda é que há um desejo de formar um time intenso. Com alta média de idade na escalação atual, a entrada de jogadores jovens pode dar o vigor que o treinador busca.
Foram somente nove partidas na temporada (quatro no Brasileirão), em um total de 592 minutos em campo. A soma equivale a seis partidas e meia atuando com a camisa gremista em 2021 — destaque para o empate em 1 a 1 contra o América-MG, quando foi o autor do gol gremista. A última vez que atuou foi ainda com o interino Thiago Gomes, quando foi titular na derrota por 1 a 0 para o Fortaleza.
— A resposta de que vinha jogando não funcionou. Às vezes, dá liga com o menino. Ele tem de estar preparado. O Rafinha tem jogar na direita. O Grêmio precisa ganhar, não adianta esperar. Tem de ter organização e ser agressivo. O garoto tem vigor físico. É hora de ter ousadia — indica Rubens.
Ousadia ou experiência, eis a questão que Vagner Mancini tem para resolver.
Os laterais em números no Brasileiro
Rafinha
Jogos: 22
Gol: 0
Assistência: 1
Diogo Barbosa
Jogos: 11
Gol: 1
Assistência: 1
Guilherme Guedes
Jogos: 4
Gol: 1
Assistência: 1
Grêmio, Imortal, Tricolor, GrêmioAvalanche
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O treinador conta com três opções no elenco para ocupar a vaga. A primeira delas, embora seja uma improvisação, é Rafinha. Outra é Diogo Barbosa, pouco utilizado na temporada. Por fim, há ainda o jovem Guilherme Guedes, tido como um jogador para o futuro, mas que quase não recebe chances no elenco principal.
Nos cinco jogos como técnico do Grêmio, Mancini utilizou apenas Rafinha e Cortez na posição. O primeiro foi titular contra Juventude e Atlético-GO. Cumpriu suspensão diante do Palmeiras, quando Cortez assumiu a titularidade.
O problema para Rafinha ser utilizado é que não há a certeza da escalação de Vanderson no Maracanã. O jovem será reavaliado pelos médicos do Grêmio após sentir uma lesão no tornozelo. Caso ele não tenha condições de atuar no Rio de Janeiro, o experiente lateral seguirá na direita.
Contratado com o aval de Renato Portaluppi, Rafinha não teve tempo para atuar com o treinador. Ao todo, são 35 partidas na temporada (22 no Brasileirão), nenhum gol e uma assistência. Desde a chegada de Felipão, passou a ser mais utilizado pela esquerda do que pela direita, sua posição de origem.
A experiência também pode ser aliada de Diogo Barbosa. Contratado em setembro de 2020 por R$ 10 milhões, o jogador não conseguiu se firmar no clube gaúcho com nenhum dos treinadores. Recebeu oportunidades de todos os antecessores de Vagner Mancini (Renato Portaluppi, Tiago Nunes e Luiz Felipe Scolari). Logo depois de ganhar oportunidades, sempre perdeu espaço para Cortez, até que Rafinha foi deslocado para o setor por Felipão. Foram 23 partidas no ano (11 no Nacional), com um gol e uma assistência.
— A escolha vai muito de entender o processo dentro dos treinamentos para saber a razão de estar jogando o Rafinha. A experiência do Rafinha é muito importante na situação. O momento delicado, nervoso, e ele tem de ser um cara que fique centrado, não passe do ponto — avalia Rubens Cardoso, lateral campeão da Copa do Brasil com o Grêmio em 2001.
Opção ofensiva
Rubens era um lateral ofensivo. Nos seus tempos com a camisa tricolor, ficaram célebres os pedidos de Tite para que o jogador avançasse. "Espeta, Rubens", berrava o treinador, com o erre bem acentuado. Em um momento em que só a vitória interessa, ter um lateral mais agudo pode ser uma solução. Dentro dessas características surge o nome de Guilherme Guedes.
Como todo jogador promissor oriundo das categorias de base, Guedes desperta a curiosidade dos torcedores. Vigoroso, é o mais ofensivo dos laterais-esquerdos gremistas. Porém, as chances para demonstrar serviço são raras. Existem dois aspectos que podem lhe favorecer nesse momento de dificuldades. O primeiro é que Vagner Mancini anunciou que fará mudanças na escalação. A segunda é que há um desejo de formar um time intenso. Com alta média de idade na escalação atual, a entrada de jogadores jovens pode dar o vigor que o treinador busca.
Foram somente nove partidas na temporada (quatro no Brasileirão), em um total de 592 minutos em campo. A soma equivale a seis partidas e meia atuando com a camisa gremista em 2021 — destaque para o empate em 1 a 1 contra o América-MG, quando foi o autor do gol gremista. A última vez que atuou foi ainda com o interino Thiago Gomes, quando foi titular na derrota por 1 a 0 para o Fortaleza.
— A resposta de que vinha jogando não funcionou. Às vezes, dá liga com o menino. Ele tem de estar preparado. O Rafinha tem jogar na direita. O Grêmio precisa ganhar, não adianta esperar. Tem de ter organização e ser agressivo. O garoto tem vigor físico. É hora de ter ousadia — indica Rubens.
Ousadia ou experiência, eis a questão que Vagner Mancini tem para resolver.
Os laterais em números no Brasileiro
Rafinha
Jogos: 22
Gol: 0
Assistência: 1
Diogo Barbosa
Jogos: 11
Gol: 1
Assistência: 1
Guilherme Guedes
Jogos: 4
Gol: 1
Assistência: 1
Grêmio, Imortal, Tricolor, GrêmioAvalanche
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Comentários (1)
A melhor opção é jogar no 3-4-3 com Geromel Kannemann e Ruan na zaga
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Aplicativo Gremio Avalanche
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