Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio
Um dos nomes mais criticados pela torcida gremista, ao lado do presidente Romildo Bolzan Júnior, é o do vice-presidente de futebol Marcos Herrmann. O dirigente é integrante do Conselho de Administração do Grêmio e assumiu o vestiário em 20 de abril, um dia antes de o clube anunciar a chegada do técnico Tiago Nunes.
Em sua coletiva de apresentação, o dirigente pediu paciência à torcida, que esperava pela chegada do substituto de Renato Portaluppi e amargava a eliminação na fase preliminar da Libertadores para o Independiente del Valle.
"Vou pedir paciência para o torcedor, tenho certeza de que vamos ter um futuro muito bom também".
Herrmann também afirmou que gostaria de deixar sua segunda passagem pelo departamento de futebol com títulos. Naquele momento, o clube estava em meio à disputa do Gauchão e ainda teria pela frente Copa Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileirão.
"Se eu pudesse botar uma marca, seria taça no armário. É isso que eu gostaria de fazer e de deixar de legado para o clube. É um sonho", afirmou na ocasião.
Com Tiago Nunes, o time teve uma grande arrancada e venceu oito jogos seguidos até ganhar o tetracampeonato gaúcho. Mas logo depois chegaram os problemas, com casos de covid-19 no elenco e comissão técnica — e o treinador deixou o Grêmio em 4 de julho, na zona do rebaixamento do Brasileiro, mas classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil e com a melhor campanha da fase de grupos da Sul-Americana.
Neste período, o clube já havia anunciado em 21 de maio o retorno de Douglas Costa, ídolo da torcida e que havia saído para a Europa no começo de 2010. O retorno do atacante era visto como fundamental para grandes campanhas no restante da temporada.
A inesperada troca de treinador fez o Grêmio recorrer a um velho conhecido e Luiz Felipe Scolari foi anunciado em 7 de julho e com a missão de tirar o time da zona de rebaixamento do Brasileirão — e quem sabe disputar o título de uma das copas em andamento. Porém, a equipe foi eliminada pela LDU, nas oitavas da Sul-Americana, e caiu para o Flamengo na Copa do Brasil.
Os reforços
Marcos Herrmann e a direção deram a Felipão três reforços: os colombianos Miguel Borja e Campaz e o paraguaio Villasanti, todos contratados em agosto, sendo os que os dois últimos foram adquiridos em definitivo.
"Todas as contratações foram boas, o que só corrobora o fato de como o Grêmio hoje está desorganizado e mal treinado, buscando um rumo. Borja é o melhor centroavante do elenco, chegou fazendo gol e, além disso, possui o espírito brigador que o time necessita no momento. Sua lesão representa uma perda irreparável. Villasanti assumiu a titularidade com naturalidade e méritos, um volante que agregou sobremaneira à equipe. Maior investimento da história do clube, Campaz está em processo de adaptação ao Brasil e ao clube e ainda precisa convencer Felipão da sua titularidade. Aos poucos, irá se consolidar como uma peça importante na equipe", avalia o colunista de GZH Filipe Gamba.
Integrante do Sala de Redação e colunista em GZH, Alex Bagé vai na mesma linha de avaliação sobre as contratações feitas nos últimos meses.
"No geral, quatro ótimas contratações. Borja e Villasanti chegaram e saíram jogando sem nenhuma dificuldade de adaptação. Douglas Costa enfrenta os problemas já esperados de lesões. Campaz ainda é uma incógnita, pois o próprio Herrmann relatou vários problemas de adaptação. E pelo valor investido e a necessidade imediata do Grêmio, gera ainda desconfiança", afirma o jornalista.
Confira o desempenho das contratações do Grêmio na Era Herrmann:
Douglas Costa
17 jogos (15 Brasileiro, 1 Copa do Brasil e 1 Sul-Americana)
1.113 minutos em campo
1 gol marcado
1 assistência para gol
410 passes certos - 37 passes errados
11 finalizações certas - 20 finalizações erradas
Miguel Borja
11 jogos (9 Brasileiro e 2 Copa do Brail)
831 minutos em campo
4 gols marcados
3 assistências para gol
103 passes certos - 41 passes errados
12 finalizações certas - 22 finalizações erradas
Villasanti
9 jogos (7 Brasileiro e 2 Copa do Brasil)
730 minutos em campo
0 gol marcado
0 assistência para gol
1 cartão amarelo
281 passes certos - 29 passes errados
1 finalização certa - 7 finalizações erradas
Campaz
4 jogos (3 Brasileiro e 1 Copa do Brasil)
186 minutos em campo
0 gol marcado
0 assistência para gol
83 passes certos - 10 passes errados
2 finalizações certas - 7 finalizações erradas
#gremio #imortal #tricolor #contratacoes #desempenho
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Em sua coletiva de apresentação, o dirigente pediu paciência à torcida, que esperava pela chegada do substituto de Renato Portaluppi e amargava a eliminação na fase preliminar da Libertadores para o Independiente del Valle.
"Vou pedir paciência para o torcedor, tenho certeza de que vamos ter um futuro muito bom também".
Herrmann também afirmou que gostaria de deixar sua segunda passagem pelo departamento de futebol com títulos. Naquele momento, o clube estava em meio à disputa do Gauchão e ainda teria pela frente Copa Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileirão.
"Se eu pudesse botar uma marca, seria taça no armário. É isso que eu gostaria de fazer e de deixar de legado para o clube. É um sonho", afirmou na ocasião.
Com Tiago Nunes, o time teve uma grande arrancada e venceu oito jogos seguidos até ganhar o tetracampeonato gaúcho. Mas logo depois chegaram os problemas, com casos de covid-19 no elenco e comissão técnica — e o treinador deixou o Grêmio em 4 de julho, na zona do rebaixamento do Brasileiro, mas classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil e com a melhor campanha da fase de grupos da Sul-Americana.
Neste período, o clube já havia anunciado em 21 de maio o retorno de Douglas Costa, ídolo da torcida e que havia saído para a Europa no começo de 2010. O retorno do atacante era visto como fundamental para grandes campanhas no restante da temporada.
A inesperada troca de treinador fez o Grêmio recorrer a um velho conhecido e Luiz Felipe Scolari foi anunciado em 7 de julho e com a missão de tirar o time da zona de rebaixamento do Brasileirão — e quem sabe disputar o título de uma das copas em andamento. Porém, a equipe foi eliminada pela LDU, nas oitavas da Sul-Americana, e caiu para o Flamengo na Copa do Brasil.
Os reforços
Marcos Herrmann e a direção deram a Felipão três reforços: os colombianos Miguel Borja e Campaz e o paraguaio Villasanti, todos contratados em agosto, sendo os que os dois últimos foram adquiridos em definitivo.
"Todas as contratações foram boas, o que só corrobora o fato de como o Grêmio hoje está desorganizado e mal treinado, buscando um rumo. Borja é o melhor centroavante do elenco, chegou fazendo gol e, além disso, possui o espírito brigador que o time necessita no momento. Sua lesão representa uma perda irreparável. Villasanti assumiu a titularidade com naturalidade e méritos, um volante que agregou sobremaneira à equipe. Maior investimento da história do clube, Campaz está em processo de adaptação ao Brasil e ao clube e ainda precisa convencer Felipão da sua titularidade. Aos poucos, irá se consolidar como uma peça importante na equipe", avalia o colunista de GZH Filipe Gamba.
Integrante do Sala de Redação e colunista em GZH, Alex Bagé vai na mesma linha de avaliação sobre as contratações feitas nos últimos meses.
"No geral, quatro ótimas contratações. Borja e Villasanti chegaram e saíram jogando sem nenhuma dificuldade de adaptação. Douglas Costa enfrenta os problemas já esperados de lesões. Campaz ainda é uma incógnita, pois o próprio Herrmann relatou vários problemas de adaptação. E pelo valor investido e a necessidade imediata do Grêmio, gera ainda desconfiança", afirma o jornalista.
Confira o desempenho das contratações do Grêmio na Era Herrmann:
Douglas Costa
17 jogos (15 Brasileiro, 1 Copa do Brasil e 1 Sul-Americana)
1.113 minutos em campo
1 gol marcado
1 assistência para gol
410 passes certos - 37 passes errados
11 finalizações certas - 20 finalizações erradas
Miguel Borja
11 jogos (9 Brasileiro e 2 Copa do Brail)
831 minutos em campo
4 gols marcados
3 assistências para gol
103 passes certos - 41 passes errados
12 finalizações certas - 22 finalizações erradas
Villasanti
9 jogos (7 Brasileiro e 2 Copa do Brasil)
730 minutos em campo
0 gol marcado
0 assistência para gol
1 cartão amarelo
281 passes certos - 29 passes errados
1 finalização certa - 7 finalizações erradas
Campaz
4 jogos (3 Brasileiro e 1 Copa do Brasil)
186 minutos em campo
0 gol marcado
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