"Não tenho palavras para descrever essa emoção", Galatto fala sobre homenagem na Calçada da Fama do Grêmio

Além do ex-goleiro, o técnico Felipão, o ex-meio-campista Osvaldo e o ex-presidente Cacalo também foram escolhidos pelo clube para serem eternizados nesta segunda-feira


Fonte: Gaúcha ZH

Omar Freitas / Agencia RBS
Rodrigo José Galatto era apenas um garoto de 22 anos quando fez uma das defesas mais importantes da história do Grêmio. Ele pegou o pênalti, em 2005, que manteve o time vivo na luta para retornar à Série A do Brasileirão na famosa Batalha dos Aflitos, quando o Tricolor venceu o Náutico por 1 a 0, fora de casa, mesmo tendo tido quatro jogadores expulsos, e garantiu o acesso e o título da Segunda Divisão. Agora, 16 anos depois, ele foi um dos escolhidos pelo clube para imortalizar suas mãos na Calçada da Fama.



"Comecei no Grêmio com 13 anos. Lembro quando lançaram a Calçada da Fama no Olímpico. Via aqueles nomes ali, Mazaropi, De León, e pensava: será que um dia serei eu? Sonhava vestir a camisa do Grêmio, mas receber essa homenagem é algo que não tenho nem palavras para descrever essa emoção", disse Galatto à GZH.


Natural de Porto Alegre, o ex-goleiro é torcedor do Grêmio desde que nasceu. Ele relata que a influência de seu pai, João, fez com que fosse apaixonado pelo clube.


"Minha história com o Grêmio vem desde o hospital, quando nasci, há 38 anos, porque meu pai me vestiu com a roupinha do Grêmio. Sou um torcedor que jogou pelo clube. Mesmo quando fui para outras equipes, nunca deixei de ser gremista. Quando era possível, sempre ia na Arena acompanhar os jogos. A família toda é gremista", relata.


A confirmação de que seria um dos homenageados pelo clube na Calçada da Fama veio há poucos dias. Na quinta-feira (9), o Grêmio informou que ele, o treinador Felipão, o ex-meio-campista Osvaldo e o ex-presidente Luiz Carlos Silveira Martins, o Cacalo, foram escolhidos pelo Conselho Deliberativo para serem eternizados. A homenagem será feita na segunda-feira (13), a partir das 19h, faz parte das comemorações do aniversário de 118 do Tricolor, que é no dia 15, quarta-feira.


"Estarão presentes meu pai, minha mãe, esposa e filha. Depois da cerimônia, vou fazer um recepção para amigos e familiares que estiveram comigo nesse período todo. Meu pai mora no interior, em Trindade do Sul, a 400 quilômetros de Porto Alegre. Ele veio hoje (sexta-feira, 10) para cá. Quando contei para ele dessa homenagem, assim como o meu olho brilhou, o dele com certeza também. Ele tá mais ansioso do que eu, porque ele me ensinou o que é ser gremista e como deveria conduzir a minha carreira. Ele não foi jogador de futebol, trabalhava numa empresa de ônibus, mas me ensinou muito, é meu ídolo de vida. Fico feliz por poder estar sendo homenageado e ele ter a oportunidade de ver isso de perto", diz Galatto, que hoje é dono de uma escolinha de futebol junto com o seu ex-companheiro Marcelo Grohe, em Gravataí.



A solenidade será transmitida ao vivo pelo canal da Grêmio TV no YouTube e no Facebook, a partir das 19h. Na quarta-feira, dia do aniversário do clube, será feito o hasteamento da bandeira do Grêmio na Esplanada da Arena às 11h30min. As festividades se encerram no dia 22, com uma homenagem ao Campeonato Farroupilha de 1935.

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