Diante do impasse criado entre o Flamengo e os outros 19 clubes da Série A do Brasileiro, que divergem em relação à volta do público aos estádios, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) entra em campo para minimizar os estragos causados pelo racha.
A entidade intensifica os esforços com as prefeituras das cidades dos clubes que disputam a competição. A ideia é que as autoridades públicas flexibilizem as restrições para que haja torcida em todas as partidas da 23ª rodada (2 e 3 de outubro), data acertada pelos participantes do Congresso Técnico. A CBF montou um protocolo, mas as condições, no fim das contas, serão colocadas pelas autoridades locais. Os debates têm participação direta de Jorge Pagura, presidente da Comissão de Médicos da CBF, e também de Manoel Flores, diretor de Competições da entidade.
A CBF terá o auxílio das federações estaduais na missão, mas essa ofensiva não garante a paz no torneio, já que uma liminar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ainda garante ao Fla o direito de ter torcedores no Maracanã. Diante do cenário atual, o Grêmio já avisou que não entra em campo se o Rubro-negro contar com torcida ao seu lado.
O UOL Esporte confirmou com integrantes da cúpula tricolor que o clube não abrirá mão de seus direitos. À "Rádio Guaíba", Nestor Hein, diretor jurídico do Tricolor, confirmou:
"O Grêmio teve um jogo com o Flamengo sem torcida. Por sistema de equidade e pelo regramento da CBF, o segundo também tem que ser assim. Se o Flamengo insistir, nós não jogaremos. Se tiver torcida, o Grêmio não entra em campo".
Até amanhã (10), os clubes irão ingressar no STJD com uma medida que visa derrubar a liminar concedida aos rubro-negros. A estratégia está sendo centralizada pelo Palmeiras.
Os clubes foram além. A decisão é de adiar a rodada se o Flamengo ou qualquer outro clube for se utilizar da decisão para colocar público nos jogos. A decisão também unânime é de que ninguém entre em campo. A CBF informou em nota que "irá analisar juridicamente a questão, uma vez que interfere na esfera de direito de terceiros adquirentes de propriedades comerciais da competição".
A Prefeitura do Rio de Janeiro, em parecer divulgado ontem (8), liberou a presença de torcida no para três jogos do Rubro-negro: os duelos com o Grêmio, pela Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, e Barcelona de Guayaquil, pela Libertadores. A capacidade será aumentada gradativamente e a retirada dos ingressos dependerá da apresentação de comprovação da vacina contra covid-19 e teste realizado em até 48 horas antes.
O primeiro jogo contra o Tricolor gaúcho, no próximo dia 15, na Copa do Brasil, poderá receber 24.783 torcedores, cerca de 35% da capacidade total do Maracanã. No segundo duelo com o Grêmio, dia 19, a capacidade aumentará para 40%, enquanto a partida com os equatorianos poderá receber 35.035, aproximadamente 50% do que comporta o estádio.
No documento favorável à presença de público no Maracanã, a Prefeitura ressalta que está "condicionado à rigorosa observância ao protocolo" apresentado pelo Rubro-Negro, e, dentre os ajustes pedidos, há a indicação de que "todo público presente no estádio do Maracanã, nos dias 15,19 e 22 de setembro, será monitorado pela SMS através do número do do CPF pelo prazo de 15 dias".
CBF, Torcida
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A entidade intensifica os esforços com as prefeituras das cidades dos clubes que disputam a competição. A ideia é que as autoridades públicas flexibilizem as restrições para que haja torcida em todas as partidas da 23ª rodada (2 e 3 de outubro), data acertada pelos participantes do Congresso Técnico. A CBF montou um protocolo, mas as condições, no fim das contas, serão colocadas pelas autoridades locais. Os debates têm participação direta de Jorge Pagura, presidente da Comissão de Médicos da CBF, e também de Manoel Flores, diretor de Competições da entidade.
A CBF terá o auxílio das federações estaduais na missão, mas essa ofensiva não garante a paz no torneio, já que uma liminar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) ainda garante ao Fla o direito de ter torcedores no Maracanã. Diante do cenário atual, o Grêmio já avisou que não entra em campo se o Rubro-negro contar com torcida ao seu lado.
O UOL Esporte confirmou com integrantes da cúpula tricolor que o clube não abrirá mão de seus direitos. À "Rádio Guaíba", Nestor Hein, diretor jurídico do Tricolor, confirmou:
"O Grêmio teve um jogo com o Flamengo sem torcida. Por sistema de equidade e pelo regramento da CBF, o segundo também tem que ser assim. Se o Flamengo insistir, nós não jogaremos. Se tiver torcida, o Grêmio não entra em campo".
Até amanhã (10), os clubes irão ingressar no STJD com uma medida que visa derrubar a liminar concedida aos rubro-negros. A estratégia está sendo centralizada pelo Palmeiras.
Os clubes foram além. A decisão é de adiar a rodada se o Flamengo ou qualquer outro clube for se utilizar da decisão para colocar público nos jogos. A decisão também unânime é de que ninguém entre em campo. A CBF informou em nota que "irá analisar juridicamente a questão, uma vez que interfere na esfera de direito de terceiros adquirentes de propriedades comerciais da competição".
A Prefeitura do Rio de Janeiro, em parecer divulgado ontem (8), liberou a presença de torcida no para três jogos do Rubro-negro: os duelos com o Grêmio, pela Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, e Barcelona de Guayaquil, pela Libertadores. A capacidade será aumentada gradativamente e a retirada dos ingressos dependerá da apresentação de comprovação da vacina contra covid-19 e teste realizado em até 48 horas antes.
O primeiro jogo contra o Tricolor gaúcho, no próximo dia 15, na Copa do Brasil, poderá receber 24.783 torcedores, cerca de 35% da capacidade total do Maracanã. No segundo duelo com o Grêmio, dia 19, a capacidade aumentará para 40%, enquanto a partida com os equatorianos poderá receber 35.035, aproximadamente 50% do que comporta o estádio.
No documento favorável à presença de público no Maracanã, a Prefeitura ressalta que está "condicionado à rigorosa observância ao protocolo" apresentado pelo Rubro-Negro, e, dentre os ajustes pedidos, há a indicação de que "todo público presente no estádio do Maracanã, nos dias 15,19 e 22 de setembro, será monitorado pela SMS através do número do do CPF pelo prazo de 15 dias".
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